Em 1954, Portinari mostra as maquetes na exposição em homenagem ao IV Centenário da cidade de São Paulo, realizada no Museu de Arte de São Paulo/MASP.
Nesta ocasião as duas maquetes já estavam aprovadas pela Junta Assessora de Arte da ONU.
Ainda em 1954, Portinari sente com maior frequência os sintomas de intoxicação pelas tintas, e o artista fica, por determinação médica, algum tempo sem pintar. Aparentemente é o chumbo das tintas a causa da doença. Portinari refere-se à determinação médica: "Estou proibido de viver".